Bem-vindos à bordo!

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Amigos, estou de volta agora com o Turistando de Mala e Cuia! Meu tempo de China acabou e deixei para trás o Na China de Mala e Cuia! para dar uma volta ao mundo com vocês. Por quase cinco anos estive vivendo na terra do fofíssimo Panda, na terra da maravilhosa Muralhas da China e da cosmopolita Shanghai. Tenho muito o que compartilhar com vocês. Obrigada por me seguirem ate aqui! Então bora viajar e ser feliz! E que bons ventos soprem para todos!

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Ficar em albergues ou não? Eis a questão


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Lisbon Calling Hostel - Lisboa/Portugal

O Guia Quatro Rodas traz dez razões para se escolher um albergue.
 
De acordo com o Guia, há muitos albergues que deixaram de ser aquela "pensãozinha" barata para apenas descansar da viagem, ou para aqueles que gostam de encarar sem medos um quarto com beliche para vinte pessoas e um banheiro.
 
Hoje podemos encontrar hostels por todo o mundo com toda infra a altura de um bom hotel de 3 ou 4 estrelas, acredite! Segue abaixo, de acordo com o Guia, a lista dos porquês:

1)    é geralmente muuuito mais barato.

2)    a maioria tem quartos duplos ou individuais. E com banheiro privativo.

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Harmony Backpackers, em Pingyao, na China


3)    sempre há ambientes comuns, como em casa.

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 Academy Hostel, em Florença


4)    sempre tem internet. E geralmente de graça.

5)    você conhece gente legal do mundo inteiro.

6)    você pode trocar livros na (quase sempre bacana) biblioteca.

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 Lisbon Poets, em Lisboa


7)    é o melhor lugar para você descobrir as coisas baratas da cidade.

8 )    os serviços não costumam se limitar a cama e café da manhã.

Lavanderia, correio, aluguel de bike, reserva de passeios, compra de passagens… Os albergues estão ai para facilitar a vida do turista. Você resolve todos os seus problemas ali mesmo, e pagando geralmente muito pouco por isso. Ou você prefere perder a tarde numa estação de trens confusa a pagar um euro pelo serviço? Até balança para pesar as malas (e evitar os excessos de bagagem no aeroporto) alguns deles têm. Água mineral de graça também.
 
9)    a localização é, na maioria das vezes, imbatível.

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 Chic&Basic Colors, pertinho do Paseo del Prado, em Madri


10)  você pode deixar para definir todos os próximos passos ali mesmo.


Que tal as dicas, convencidos?
 
Bora viajar e ser feliz! E De Mala e Cuia!!!
 
 
Para informações sobre albergues acesse o site:
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Livros que nos inspiram viajar

Em homenagem ao Dia Internacional do Livro, separei alguns livros inspirados em diversos destinos. Aproveitem e bora viajar na leitura! Parte das dicas retiradas do site  viajeaqui.

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Se a leitura  te transporta para outros lugares e te inspira a fazer aquela viagem aproveite as sugestões abaixo.
 
Alguns livros são capazes de despertar nas pessoas o desejo de desbravar o desconhecido, tamanha descrição, sentimento ou identificação com o leitor.

 
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Insustentável leveza do ser – Praga

O livro de Milan Kundera é quase uma ode à cidade de Praga, República Tcheca. Ao acompanharmos os personagens Tomas e Tereza, conhecemos mais sobre o local bem no contexto político da invasão russa na Tchecoslováquia de 1968 – período conhecido como a 'Primavera de Praga'. E ainda assim tudo é encantador e vibrante. O Old Town Hall, a Ponte Carlos, a Igreja de Nossa Senhora de Týn e o Monte Petrin são paradas obrigatórias para o turista e já avisamos: é impossível caminhar em suas ruas estreitas e não sentir nada. Praga exala charme e romantismo, agito e cultura. E isto vale para todas as estações.


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Código Da Vinci – Paris, Londres e Escócia

O Código Da Vinci é um daqueles best-sellers “ame ou odeie”, mas uma coisa ninguém pode negar: a aventura de Dan Brown mostra tantos lugares incríveis da Europa que fica difícil não sentir nem uma pontinha de vontade de visitar as cidades. Várias empresas de turismo aproveitaram o sucesso para criar roteiros inspirados no livro e vale a pena seguir os passos de Robert Langdon.
Tudo começa em Paris, com Museu do Louvre, Igreja de Saint-Sulpice, Champs-Élysées. De lá, o protagonista parte para Londres – Rua Fleet, Temple Church, St. James's Park, Abadia de Westminster. Por fim, Escócia, encerrando a correria na Rosslyn Chapel. Você encara?


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O Corcunda de Notre Dame – Paris
 
O livro de Victor Hugo foi publicado no século 19 e, desde então, todos que olham para a Catedral de Notre Dame logo pensam no corcunda Quasimodo. A trama se desenrola dentro da Catedral e seus arredores de Paris, mais precisamente na Île de la Cité, e quase ninguém sabe que originalmente o personagem mais famoso mal aparecia na história. Tudo girava ao redor da cigana Esmeralda, o arquidiácono Claude Frollo e o capitão Phoebus.  Alguns críticos afirmam que o intuito do romance era conscientizar os leitores sobre a necessidade de se conservar Notre Dame.


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Sob o sol da Toscana – Itália
 
Notadamente belo, este livro inspirou também o filme homônimo. Mas não é pra menos: o livro traz em suas páginas as descobertas de Frances e seu marido, quando resolveram comprar uma propriedade na Toscana e viver quatro meses ao ano na Itália. Com uma capacidade descritiva impecável, Frances conta minuciosamente cada detalhe da romântica região.


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O tempo e o vento – Rio Grande do Sul

Se tem algum livro nacional que descreve muito bem a história de um povo, este livro é O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. A obra composta por 3 partes – o Continente, O Retrato e O Arquipélago – narra a formação do estado do Rio Grande do Sul com uma mistura de ficção e dados históricos através das famílias Terra, Cambará, Caré e Amaral. São 200 anos da história gaúcha colocados no papel.
Ainda que tudo se passe na cidade fictícia de Santa Fé, as guerras, revoluções e outros acontecimentos que contam a história rio-grandense fazem qualquer um ter mais vontade ainda de conhecer as suas terras.


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Memórias de uma Gueixa – Kyoto - Japão

Ainda que a maioria das pessoas ignore que o filme Memórias de uma Gueixa foi baseado no livro de Arthur Golden, é desde a sua publicação, em 1997, que fãs da história visitam Kyoto para conhecer todo o passado e a cultura do Japão. O destaque vai para o distrito de Gion (foto) e suas casas de chás localizadas na rua Hanamikoji – ainda que a casa mais famosa, Ichiriki-tei, seja só para clientes privilegiados. Precisa de mais motivos para visitar a cidade? Ela tem1600 templos budistas, 400 santuários, 17 monumentos classificados Patrimônio da Humanidade e um templo (o Sanjusangendo) que tem 1001 estátuas da deusa Kannon, além das belíssimas flores de cerejeira que cobrem Arashiyama, distrito de Kyoto


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Budapeste – Hungria
 
No Livro de Chico Buarque – José Costa, ou Zsoze Kósta como seria chamado em magyar, para na capital húngara por acidente. Lá se apaixona pela língua e, por consequência, por Krisca, que lhe ensina o idioma. Chico Buarque descreve em Budapeste as ruas, o rio Danúbio, as cores da cidade, apesar de nunca ter visitado o destino.


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Dom Quixote – Espanha; regiões La Mancha, de Aragão e de Catalunha

Poucos são os que leram o livro inteiro, mas todo mundo conhece o básico da história de Dom Quixote de la Mancha, um clássico escrito por Miguel de Cervantes. Enquanto o protagonista perde o juízo lendo romances de cavalaria e decide fazer andanças com Sancho Pança, o leitor acompanha várias aventuras entre as terras espanholas de La Mancha, Aragão e Catalunha.
Não há admirador da história que não queira visitar a região – e vale a pena! Em Castela La Mancha, terra natal do personagem, começa uma rota chamada Rota Do Quixote, que atravessa os mesmos cenários do texto. São 144 municípios que totalizam 2.500km a pé, de bicicleta ou a cavalo. Mas é preciso ter coragem: passando pelo Campo de Criptana, na Ciudad Real, encontram-se alguns gigantes violentos com braços enormes. Ou seriam apenas moinhos de vento?
 
imagens da  internet

terça-feira, 21 de abril de 2015

Roma 360°


No dia 21 de abril Roma comemorou 2768 anos.  Roma, a Cidade Eterna.




O Laboratório de Arqueologia Romana Provincial (LARP) é um laboratório temático do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e tem como objetivo pesquisar a presença romana em suas áreas de dominação dentro e fora da esfera mediterrânica. Os processos de transformação cultural e seus correlatos na cultura material são investigados através de análises que avaliam as mudanças ocorridas nos seus múltiplos aspectos, tendo em vista a variabilidade dos contextos das sociedades submetidas ao poder imperial.
 
 
O LARP colocou no ar o projeto Roma 360, um aplicativo que traz o mapa da cidade de Roma, aproximadamente no ano 360 d.C., utilizando a tecnologia 3D. O objetivo é ampliar o conhecimento do público em geral sobre essa que é uma das cidades mais importantes da história.

O visitante pode assim visualizar a localização de templos, monumentos e outras estruturas urbanas como o Fórum, o Coliseu, a  Basílica de Constantino, construções religiosas, e os templos de Vênus e Júpiter.

O Roma 360 é um projeto didático e sua divulgação foi feita por meio do site do LARP, para que todos, inclusive as escolas, possam ter acesso livremente. A intenção é que o projeto se amplie para áreas provinciais estudadas pelo grupo de pesquisadores, como Portugal, França e Israel. O objetivo é construir um grande mapa em 3D da área.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Bem-vindos à bordo!

 
 
Curtam o blog e bora viajar e ser feliz!
 
Abração
 
Marcia

10 razões para conhecer a China

Os cartazes olímpicos eternizados em Pequim


Eis aqui 10 bons motivos para encarar a experiência:
 
1.Muralha da China. É difícil explicar a sensação de estar lá. Ela é a maior estrutura já construída pelo homem, com mais de 21 mil quilômetros de extensão. 21 mil? Durante muito tempo pensou-se que eram 8 mil quilômetros, mas uma pesquisa recente do governo chinês revelou que ela é bem mais comprida do que se imaginava. Porém, a maior parte está muito degradada. Dá para acessá-la por oito entradas diferentes desde Pequim (a minha preferida é a Simatai, com vistas arrebatadoras, a três horas de ônibus da famosa Praça da Paz Celestial). Você pode subir a pé ou de teleférico, fazer trekking, meditar e até correr uma maratona inteira. Não importa qual a escolha, uma vez lá em cima, o mundo fica pequeno.
(Ah, e aquela história de que ela poderia ser vista a olho nu do espaço é balela. Em 2003, um astronauta chinês desmentiu esse papo e causou a maior saia-justa com o governo, que se viu obrigado a retirar a informação dos livros escolares).
 
2. O Templo do Céu, ou Tiãntán, como ele é chamado em mandarim, é um dos mais belos monumentos do planeta. Ele serviu para os imperadores das dinastias Ming e Qing (entre 1368 e 1911) fazerem suas oferendas ao… céu. Com uma planta quadrangular, o lado sul foi construído em linhas retas, e o lado norte, de forma arqueada, seguindo o conceito de “céu redondo e terra plana”. São 2 730 mil metros quadrados. Um absurdo.
 
3. Pequim, a supercapital de 19,6 milhões de pessoas, é uma das cidades mais cosmopolitas do mundo, mas é bem diferente de todas as outras cidades cosmopolitas do mundo. Ali são 5 mil anos de história escrita nos muros dos hutongs (aquelas ruelinhas com casinhas típicas), nos templos da Cidade Proibida e nos parques arborizados cheios de praticantes diurnos de tai chi chuan. As construções olímpicas mais famosas da última década, o Ninho do Pássaro e o Cubo D´água, também estão lá.
 
4. Xangai. Com certeza você já ouviu falar sobre o glamour da metrópole que mais atrai estrangeiros à China. Por décadas, eles estabeleceram missões comerciais por lá e construíram edifícios art déco afrancesados na região do Bund, que deu à cidade o apelido de Paris do Oriente. Xangai é o epicentro econômico, financeiro, científico e tecnológico do país, imperdível também por seus edifícios ultramodernos (nem todos de bom gosto, mas…). A metrópole também tem a segunda vida noturna mais agitada do planeta (!), segundo um índice londrino, o World Cities Culture Report.
 
5. Compras!!! A China, nós sabemos, é o paraíso das quinquilharias e cacarecos mundiais made in China. Mas não só: é o éden das sedas, dos chás, das antiguidades, dos objetos de decoração pintados a mão. É bom evitar os eletrônicos (muitos falsificados), mas quase tudo é mais barato lá, desde a mala de rodinhas até o botão da sua roupa. Em Pequim, é preciso separar pelo menos um dia inteiro para perambular pela Wangfujing, a avenida oficial das compras. Em Hong Kong, “as mina pira” no Ladies Market.
 
6. A China é um dos países mais seguros do mundo pra viajar. Pequenos furtos podem acontecer, mas ali você pode circular sossegado, inclusive de madrugada.
 
7. Tem os chineses, que me ensinaram muitas lições de vida com aquele jeitinho tranquilão. Tudo bem, todo mundo já sabe que eles cospem em público e blablablá (a medicina tradicional chinesa acredita que seja danoso engolir saliva, entre outras cositas más). Mas temos muito o que aprender com eles: é difícil encontrar alguém com cara de estressado. Prestativos e generosos, são capazes de chegar atrasados ao trabalho se você pedir uma ajuda na rua.
 
8. Guilin, um vilarejo no sul, tem um dos cenários mais pop dos filmes chineses. A paisagem do riacho cercado de montanhas é tão maravilhosa que foi parar na nota de 20 yuans.
 
 
Guilin: dupla participação na foto
 
 
9. Comida. Sim, a gastronomia tem um lado bizarrinho (o banquete de Ano-Novo, que é em fevereiro, tem ovos podres cozidos e sopa de ninho de andorinha) e há feirinhas que vendem escorpiões e gafanhotos no palito. Mas os bons restaurantes vão muito além do frango xadrez com arroz colorido do China in Box (e não espere encontrar biscoitos da sorte). O pato de Pequim é uma iguaria mundial e os dumplings, aqueles bolinhos no vapor, são a alegria de qualquer café da manhã, que lá se chama dim sum. Em Hong Kong está o restaurante estrelado pelo Michelin mais barato do mundo, o Tim Ho Wan
 
10. Brincar de cassino em Macau pode ser extremamente divertido. A Las Vegas do Oriente já tem um faturamento maior que o da própria Las Vegas, e tem ainda o maior cassino no mundo, o The Venetian Macao. A cidade ainda tem calçadas portuguesas e placas de rua escritas em português, mas não espere falar muito a nossa língua de Camões por lá, porque o idioma oficial é o cantonês.
 
 
Macau: portuguesa só na herança


Macau e Hong Kong são regiões administrativas separadas da China, ou seja, uma vez que você vai para lá, tem o passaporte carimbado. Para voltar para a “Mainland China”, é preciso ter um visto múltiplo. Ou então se organizar para visitar as 3 regiões — China, Macau e Hong Kong — em sequência.

viajeaqui

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Bonbini! Bem-vindo à Aruba!

 
 
Já estive em Aruba e só tenho uma palavra para descrever aquela terra: Paraiso!
 
Existe vários hotéis MARA em Aruba, ficamos por oito dias no HOLIDAY INN ARUBA RESORT AND CASINO  com "all inclusive" (tudo incluído), para facilitar porque estávamos com nosso filho. Mas é uma perdição, porque passamos o dia inteiro comendo...
 

O clima de Aruba é perfeito o ano todo, com média anual de 28oC e constantes ventos alísios refrescantes.
 
Esta ilha, segura e estável, tem raízes holandesas e um governo baseado nos princípios democráticos. Aruba teve uma história muito turbulenta, de índios até as regras espanholas e holandesas. Em 1986, Aruba conseguiu um “status a parte” e se tornou uma dependência autônoma do Reino dos Países Baixos. Seu desenvolvimento comercial incluiu ouro, aloe vera (também conhecida como babosa), petróleo e a indústria do turismo. Com a fundação holandesa e influências internacionais, Aruba se tornou uma nação moderna, com infraestrutura avançada, de encontro com as necessidades de seu povo em diversas áreas como educação, bem-estar social e medicina.
 
 
 
 
Com 120.000 habitantes de 80 diferentes nacionalidades, os nativos de Aruba são bem educados e gosto pela hospitalidade. Seus sorrisos e comportamento amigável são conhecidos por todo o mundo e um dos fatores fundamentais por alcançar a maior taxa de visitantes que retornam para a ilha.
A herança multicultural de Aruba é também aparece também na comunicação do dia-a-dia; o Papiamento e Holandês são as línguas oficiais, porém o Inglês e o Espanhol são falados em toda ilha. Enquanto a maioria dos habitantes é católica, existem também templos de adoração de muitas outras denominações religiosas.
 
 
 
A riqueza cultural da ilha também é evidente em sua arte contemporânea, teatro e músicas; feriados e celebrações como o Carnaval e o “Dera Gai” (festa tradicional com música e danças típicas) e produtos orgulhosamente feitos em Aruba, incluindo cestas de frutas e colecionáveis, charutos, produtos de babosa e artesanato.
 
 
Acesse o site aruba e descubra tudo sobre este "paradiso"!